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Crise política grega penaliza bolsas europeias

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Crise política grega penaliza bolsas europeias

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O sentimento negativo agravado pela possível saída da Grécia da zona euro e pela crise no setor bancário espanhol continua a penalizar as principais praças europeias.

A meio da jornada Milão liderava as perdas. Itália foi o primeiro país periférico a emitir obrigações desde as eleições gregas. O juro subiu, mas foi colocado o montante máximo previsto.

A bolsa de Atenas afundava mais de 4%.

“Mais uma vez estamos a ser influenciados pelos desenvolvimentos políticos que são negativos no conjunto. Primeiro os gregos não conseguem formar Governo, depois aguarda-se o encontro entre François Hollande e Angela Merkel esta semana e os assuntos que serão discutidos. É tudo lamentável porque a economia mundial está em expansão”, diz Robert Halver, do Baader Bank.

Em linha com as congéneres europeias, Lisboa também estava a perder mais de 1%.

Fora do mercado acionista, o preço do barril de “Brent”, que serve de referência às importações portuguesas, estava em queda.

No mercado de divisas, o euro perdia terreno face à nota verde.