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Crise económica domina reunião do G8

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Crise económica domina reunião do G8

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Os líderes do G8 concluem, hoje, em Camp David, nos Estados Unidos, uma reunião, onde a atual crise económica domina a agenda. A evolução política, o ambiente e a segurança alimentar, são outros temas a serem debatidos.
Para hoje os dirigentes dos setes países mais industrializados e desenvolvidos do mundo, mais a Rússia, vão trocar impressões sobre a crise económica europeia e o impacto que tem em todo o mundo.

Quanto à taxa sobre as transações financeiras, David Cameron não deixou dúvidas: “Sou muito claro: não vamos conseguir crescimento na Europa ou na Grã-Bretanha introduzindo uma nova taxa que vai afetar tanto as pessoas como as instituições financeiras. Não me parece que seja uma boa medida e não vou apoiá-la”.

Cameron quer, ainda, que a Grécia decida se quer continuar na zona euro e pede uma ação decisiva dos parceiros comunitários. A resposta veio pela voz de Durão Barroso: “A Grécia faz parte da família europeia e do projeto europeu e a União Europeia, tenho a certeza, fará tudo para garantir isso. Honramos os nossos compromissos com a Grécia e esperamos que as autoridades gregas cumpram as condições acordadas para a ajuda financeira”.

Outro motivo de discussões e divisões, é a política de incentivo ao crescimento, como refere o enviado especial da Euronews a Washington, Stefan Grobe:
“Não são esperadas decisões políticas nesta cimeira. O primeiro dia das conversações foi largamente dedicado a conhecer os estreantes no G8: Hollande, Monti e Noda. Sobre os grandes temas do combate à crise, a veterana Angela Merkel surge bastante isolada. A questão é: quanto tempo vai ela aguentar a pressão sobre as medidas de estímulo ao crescimento?