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Presidenciais: a revolução egípcia prossegue nas urnas

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Presidenciais: a revolução egípcia prossegue nas urnas

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A revolução egípcia desemboca esta quarta e quinta-feira nas urnas.

Quinze meses após a queda de Hosni Mubarak, cerca de 50 milhões de eleitores escolhem o novo presidente entre doze candidatos.

Depois das legislativas, o escrutínio presidencial deverá marcar o fim da transição política e a esperada saída de cena dos militares da cúpula do poder no dia 1 de julho.

Numa mensagem ao país, o responsável do conselho supremo das forças armadas:

“As forças de segurança, quer sejam o exército ou a polícia, estão mobilizados para garantir o máximo de segurança durante as eleições… não vamos tolerar qualquer infração dentro e fora das assembleias de voto, assim como não vamos tentar influenciar o processo eleitoral ou os eleitores”.

Nenhum dos 12 candidatos, entre antigos ministros de Mubarak, o ex-presidente da Liga Árabe Amr Moussa e membros de partidos religiosos, deverá conseguir vencer o escrutínio à primeira volta.

O movimento da irmandade muçulmana apresenta-se ao sufrágio dividido entre dois candidatos.

O partido religioso tinha sido o grande vencedor das legislativas provocando alguma desilusão entre os ativistas laicos que iniciaram a revolta contra Mubarak.