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Presidenciais: Egito nas urnas pelo segundo dia

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Presidenciais: Egito nas urnas pelo segundo dia

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Segundo dia das primeiras eleições presidenciais livres no Egito.

Tal como no primeiro dia, em que apenas houve uma tentativa de agressão a um candidato, a calma volta a ser a nota dominante da votação, depois dos muitos confrontos entre seculares, religiosos e militares nas semanas que antecederam o escrutínio.

Amr Moussa, antigo chefe da Liga Árabe – que chegou a servir Mubarak há mais de uma década antes de incompatibilizar-se com o regime – já votou, tal como outro favorito, o islamita Ahmed Shafiq, a quem atiram uma pedra no primeiro dia das presidenciais.

A participação parece ser mais baixa do que no primeiro dia e também abaixo das eleições parlamentares que deram a vitória aos islamitas.

Os populares afirmam que a revolução tem de ser um sucesso e que sabem bem quais são os “candidatos que representam a revolução e os que caíram de paraquedas” na eleição, numa referência aos candidatos ligados ao antigo regime de Hosni Mubarak.

A eleição é crucial para a transição no Egito, onde os militares continuam, como há décadas, com as rédeas do poder na mão.

Os resultados começam a ser conhecidos esta quinta-feira.