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Síria nega responsabilidade no massacre de Hula

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Síria nega responsabilidade no massacre de Hula

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Face às reações de repúdio da comunidade internacional, Damasco nega estar implicada no massacre de Hula. Entre sexta-feira e a madrugada de sábado 116 civis morreram – entre os quais, 32 crianças.
 
Este é o balanço oficial feito pelo chefe da missão da ONU no terreno, que dá conta, igualmente, de 300 feridos.

Os observadores confirmaram igualmente o recurso a artilharia que apenas as forças de Bashar Al-Assad utiliza.

Mas o governo sírio acusa os “rebeldes terroristas” e promete uma comissão de inquérito. “Negamos firmemente a responsabilidade das forças do governo neste massacre. Condenamos fortemente este massacre terrorista que visou, de forma claramente criminosa, o povo sírio: mulheres, crianças e homens idosos”, afirmou Jihad Makdesi, porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros.

Depois deste que é o pior massacre desde a suposta entrada em vigor do cessar-fogo, de Kofi Annan, a população sente-se abandonada. E os rebeldes do Exército Livre Sírio alertaram: “Se o Conselho de Segurança da ONU não tomar decisões urgentes para proteger os civis, o plano Annan irá para o inferno!”