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Sindicatos cobram promessas de François Hollande

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Sindicatos cobram promessas de François Hollande

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Agora é a altura de reclamar o prometido. O novo primeiro-ministro francês, Jean-Marc Ayrault, nomeado por François Hollande, recebeu os dirigentes das maiores plataformas sindicais francesas que vieram fazer várias reivindicações.

Prioridade número um: o emprego. Ou melhor, a falta dele e, quando existe, as condições precárias em que é exercido.

O líder da central CFDT, François Chereque, declara que “o grande problema em França assenta no número de trabalhadores a receber o salário mínimo e a ver prolongado esse escalão ao longo da carreira profissional.”

O debate sobre aumentos teve o contraponto em Jean-François Roubaud, a representar as pequenas e médias empresas. Roubaud garante que a “verdadeira solução será reduzir coletivamente os custos salariais, para que os ordenados líquidos possam aumentar.”

Antes da cimeira de concertação social em julho, os líderes sindicais entregaram ao governo uma lista de 46 empresas na iminência de processos de despedimento, entre as quais a Peugeot-Citröen e a Conforama, afetando cerca de 90 mil postos de trabalho.