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Execuções sumárias acompanham promessa da Síria em investigar Houla

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Execuções sumárias acompanham promessa da Síria em investigar Houla

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Após a onda de choque provocada pelo massacre de Houla, a violência na Síria não parou. Treze cadáveres foram descobertos em Deir Ezzor, na parte este do país. Aparentemente, trata-se de vítimas de execuções sumárias.

A indignação internacional tem tido consequências muito concretas: vários países, como os Estados Unidos, França, Alemanha, Turquia e Japão, deram ordem de saída aos representantes diplomáticos sírios.

Na ONU, o embaixador de Damasco tenta minimizar os danos. Referindo-se a Houla, Bashar Jaffari, garantiu que já foi criada uma comissão de inquérito, à qual o presidente deu três dias para concluir as investigações sobre os autores dos crimes cometidos naquela localidade.

O Conselho de Segurança da ONU continua a não conseguir alcançar uma posição comum, divergindo entre os que pretendem reforçar as sanções contra Bashar al-Assad e a Rússia, que considera “contraproducente” o isolamento da Síria.