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Extradição de Assange: defesa consegue 14 dias de adiamento

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Extradição de Assange: defesa consegue 14 dias de adiamento

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Os advogados de Julian Assange vão ter mais 14 dias para apresentar um pedido de reabertura do processo de extradição do fundador do Wikileaks para a Suécia.

Uma pequena margem que a defesa ganha depois do Supremo Tribunal britânico ter rejeita o último recurso e ter a provado a extradição do australiano.

O presidente do tribunal, Nicholas Phillips, explicou na audiência que “a maioria dos juízes considerou que o Ministério Público sueco tem legitimidade para exigir que Assenge seja julgado na Suécia e que as alegações de Assange sobre a invalidade do mandado de captura das autoridades suecas não são sustentáveis.”

O fundador do Wikileaks não esteve presente na leitura da decisão.
Os amigos e apoiante garantem que este julgamento não faz sentido. O jornalista australiano Jonh Pilger diz mesmo que “nesta altura a lei parece podre. Não só por causa deste caso, mas por causa das regras dos processos de extradição, que dependem da arbitrariedade do Ministério Público.”

Recorde-se que Julien Assange é acusado de violar e agredir sexualmente duas antigas voluntárias do Wikileaks em Estocolmo, em agosto de 2010. Assange nega ter cometido estes crimes e garante que as acusações têm motivações políticas depois de ter divulgado cartas diplomáticas confidenciais dos Estados Unidos sobre o Iraque e o Afeganistão.