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Saudado por moradores no povoado de San Isidro, sul da Colômbia, o jornalista caminhou pelas ruas do povoado e concedeu entrevistas, antes de se reunir com a comissão humanitária que veio buscá-lo, após ele ter passado 32 dias em cativeiro. O governo francês deve hoje repatriá-lo.

Guerrilheiros das Farc leram um documento intitulado “Desagravo a Romeo”, em que garantem que entregam o jornalista “em boas condições”, e pedem desculpas por terem-no classificado como prisioneiro de guerra.

“Aceito as desculpas, mas não compactuo com a decisão de me manter preso por 33 dias.

Romeo Langlois tinha sido sequestrado pela guerrilha colombiana a 28 de abril quando a patrulha com a qual se deslocava para fazer uma reportagem sobre operações contra o tráfico de drogas foi atacada em Caquetá.

Quatro militares morreram no combate, e Langlois foi ferido em um dos braços, entregando-se, em seguida, aos rebeldes.

A guerrilha soma mais de 45 anos de luta armada contra o governo colombiano, e conta com 9,2 mil combatentes.

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