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Sismos provocam colapso de várias empresas italianas

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Sismos provocam colapso de várias empresas italianas

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A terra ainda não parou de tremer no norte de Itália.

Os geólogos estão a rever a carta sísmica de toda a região de Emilia-Romagna, até agora considerada relativamente segura. Continuam a registar-se pequenas réplicas, depois dos dois grandes tremores de terra de 20 e 29 de maio.

Os armazéns industriais foram das estruturas mais afetadas, levantando inúmeras questões sobre os critérios de construção nesta área. A maior parte das 23 vítimas mortais encontrava-se, justamente, no local de trabalho.

Emilio Contini viu a sua empresa colapsar durante o último sismo. Agora, diz não esperar caridade, mas enfrenta o cenário de erguer praticamente tudo do zero e, para isso, tem de saber que tipo de apoios os bancos italianos estão em condições de dar.

O governo de Mario Monti anunciou a criação de um imposto suplementar sobre os combustíveis, na ordem dos 2 cêntimos por litro, para contribuir para as vítimas dos sismos. Mais de 14 mil habitantes foram deslocados. Muitos perderam as casas; muitos outros, têm medo de regressar.