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Aung San Suu Kyi pede justiça e postos de trabalho

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Aung San Suu Kyi pede justiça e postos de trabalho

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O desenvolvimento de Myanmar passa, antes de mais, por uma profunda reforma da justiça e uma real independência dos tribunais. E só depois, pelo investimento. Palavras de Aung San Suu Kyi, no Fórum Económico Mundial para o Leste da Ásia, em Banguecoque.

A recente suspensão dos embargos à antiga Birmânia deixa prever uma explosão de investimentos estrangeiros no país, mas a prémio Nobel da Paz deixa o aviso: “Não queremos que mais investimento signifique mais possibilidades de corrupção. Não queremos que o investimento signifique mais desigualdades. Não queremos que o investimento signifique mais privilégios para os privilegiados. Queremos que o investimento signifique simplesmente postos de trabalho. Quantos mais, melhor.”

A prémio Nobel da Paz está na Tailândia, desde terça-feira. É a primeira viagem ao estrangeiro da líder da oposição e atual deputada de Myanmar, desde que foi libertada, após 15 anos de prisão domiciliária.

No roteiro, Aung San Suu Kyi tem também a Suiça, a Noruega e o Reino Unido, de onde saiu em 1988 para o que pensava ser uma viagem rápida à Birmânia, para se ocupar da mãe, então doente.