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A praça Tahrir, no Cairo, volta a encher-se depois de terem sido pronunciados os veredictos dos responsáveis do regime deposto em janeiro do ano passado. Embora o ex-presidente Hosni Mubarak tivesse sido condenado a uma pena de prisão perpétua, seis responsáveis dos serviços de segurança foram ilibados, o que chocou muitos egípcios.

O candidato presidencial da irmandade muçulmana, Mohammed Morsi, considerou este julgamento uma farsa e pediu um novo processo. A irmandade muçulmana lançou um apelo aos egípcios para se manifestarem contra este processo.

Mohammed Morsi vai disputar a segunda volta das eleições presidenciais nos dias 16 e 17 de junho. O seu adversário é o último primeiro-ministro de Hosni Mubarak, Ahmad Chafiq.

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