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Reforço militar americano no Pacífico não visa a China

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Reforço militar americano no Pacífico não visa a China

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O reforço da frota militar norte-americana no oceano Pacífico não visa impedir a emergência da China. Esta foi a mensagem que os Estados Unidos quiseram passar, durante o Diálogo de Shangri-la, em Singapura.

Em janeiro, Barack Obama anunciara a Ásia como nova prioridade estratégica militar, a par do Médio Oriente.

A ideia não agrada à China, que enviou um funcionário subalterno à reunião de Singapura, contrariamente aos Estados Unidos, representados pelo secretário de Estado da Defesa. Leon Panetta explicou: “Há quem veja o aumento da ênfase que os Estados Unidos colocam na região Ásia Pacífico como um desafio para a China. Rejeito completamente essa visão. O esforço que fazemos para renovar e intensificar o nosso envolvimento na Ásia é perfeitamente compatível com o desenvolvimento e o crescimento da China.”

Até 2020, Washington pretende reposicionar 60% dos seus 285 porta-aviões, navios e submarinos no Oceano Pacífico. Atualmente, a frota de guerra norte-americana divide-se equitativamente entre o Atlântico e o Pacífico. O aumento do número de exercícios militares na região também está previsto.