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Hosni Mubarak foi sentenciado a prisão perpétua. O tribunal do Cairo condenou, esta manhã, o antigo presidente do Egito por “crimes premeditados”.

Mubarak era acusado de ter dado ordem de disparar com balas verdadeiras e ter provocado a morte de mais de 800 manifestantes, durante os protestos que, no ano passado, levaram à sua queda.

O ex-ministro do Interior, Habib al-Adly, foi também condenado a prisão perpétua por envolvimento naquelas mortes. Sei antigos comandantes da polícia foram absolvidos.

Quanto aos dois filhos do antigo ditador, o tribunal deixou cair a acusação que pesava sobre eles. Alaa e Gamal Mubarak eram acusados de corrupção, mas os crimes já prescreveram.

A sentença do ex-ditador foi acolhida com tumultos, no tribunal. Muitos consideram a pena de prisâo perpétua ligeira: a acusação tinha requerido a pena de morte para Hosni Mubarak.

Aos 84 anos, Mubarak é o primeiro dos dirigentes depostos pela Primavera Árabe a comparecer pessoalmente em Tribunal.

O veredicto surge entre as duas voltas das primeiras eleições presidenciais, no Egito.

Mubarak já fez saber que vai apresentar recurso.

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