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Bashar Al-Assad acusa "estrangeiro" de querer aniquilar a Síria

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Bashar Al-Assad acusa "estrangeiro" de querer aniquilar a Síria

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A Síria é alvo de uma “guerra vinda do estrangeiro”. Este é teor do primeiro discurso de Bashar Al-Assad perante o novo Parlamento de Damasco.

Um dia depois de Kofi Annan, o enviado da ONU e da Liga Árabe, ter dito que o espetro da guerra civil paira sobre a Síria, Bashar Al-Assad inverte a situação: a Síria é uma vítima de um complô estrangeiro, um plano que visa destruir a Síria.

O presidente sírio repete ainda que a crise que o país atravessa não é um problema político mas sim uma questão de terrorismo. O terrorismo está a crescer, no país, e afeta todos, sem distinção, diz Al-Assad, que se posiciona como guardião do país contra essa ameaça.

Bashar Al-Assad manifestou-se mesmo disposto a sentar-se à mesa com a oposição, mas apenas com a parte da oposição que não deseja uma intervenção militar estrangeira nem apoia grupos terroristas.

Desde o início da insurreição, em março do ano passado, raras foram as vezes em que o chefe de Estado sírio se expressou em público.

Segundo a ONU, desde essa altura, pelo menos 10 mil pessoas morreram, no país.