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G7 discute crise europeia

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G7 discute crise europeia

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A crise europeia e a fraqueza do sistema bancário espanhol estiveram no centro da conferência telefónica entre os ministros das Finanças do G7. No final, nenhum comunicado e apenas uma declaração japonesa lacónica, sobre uma “colaboração para fazer face as preocupações originadas pela Europa”.

O grupo dos sete países mais industrializados está preocupado com as consequências mundiais de um colapso do sistema bancário espanhol.

Espanha tem resistido a pedir ajuda internacional mas, segundo o analista Tom Vosa, “se as yields a curto prazo superarem os 7% vai assistir-se a um plano de resgate”. Outros países na mesma situação tiveram de pedir ajuda.

Com o agravar da crise europeia, o Banco Central da Austrália baixou as taxas de juro para 3,50%, mínimos de dois anos.

O G7 exige mais ação por parte dos Europeus na cimeira de finais de junho e acentua a pressão sobre a Alemanha, para que mude para uma política favorável ao crescimento. Sob também a pressão sobre o Banco Central Europeu (BCE), para que, na reunião desta quarta-feira, corte as taxas de juro, já num mínimo de um por cento.

O BCE recusa ocupar o vazio político existente na zona euro e há três meses que tem mantém inativo o programa de compra de dívida.