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Do Banco Central Europeu a vários países como a Espanha, aumentam os pedidos de uma união bancária na Europa, com supervisão de Bruxelas. A Comissão Europeia apresentou uma proposta que visa que os bancos à beira da falência, muitas vezes devido à especulação desenfreada, sejam salvos por um fundo próprio e sem desviar dinheiro que faz falta à economia real.

“Não queremos mais situações em que os governos ficam entre a espada e a parede, tendo como única opção injetar dinheiro público que evite uma catástrofe para toda a sociedade. Acreditamos que os banqueiros e os accionistas devem assumir as suas responsabilidades”, anunciou Michel Barnier, comissário europeu para o Mercado Interno, responsável pela regulação financeira.

Os bancos despositarão uma parcela do seu capital no fundo, que servirá para eventuais resgates e também para apaziguar os mercados financeiros.

Mas a proposta têm de ser ainda discutidos pelo Conselho e Parlamento europeus, pelo que talvez em 2015 esteja no terreno. Demasiado tarde para salvar os bancos espanhóis, atual alvo da desconfiança dos investidores.

“No longo prazo vai produzir efeitos, mas na situação atual, por exemplo, em Espanha, não penso que terá impacto. Pode ser que outras medidas que estão a ser discutidas produzam efeito, mas no curto prazo não terá eficácia imediata”, explica Hans Hack, consultor da FTI Consulting Brussels.

Reino Unido e Alemanha poderão ser dos mais resistentes a uma união bancária. Londres dispensa monitorização de Bruxelas e Berlim não quer dar mais dinheiro a fundos de resgate.

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