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Itália contabiliza danos económicos dos sismos

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Itália contabiliza danos económicos dos sismos

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Os sismos no norte de Itália destruíram a economia da região da Emília-Romanha e vão abalar também o PIB do país.

Quem o diz é a Cofindustria, o lóbi patronal, quando ainda se contabilizam os danos. A região de Emília-Romanha é a mais produtiva de Itália e muito virada para a exportação.

Só no setor agroalimentar, a fatura dos danos foi revista em alta para 705 milhões de euros. A maior parte desta soma diz respeito aos danos em edifícios e infraestruturas agrícolas, segue-se 220 milhões de euros na produção dos queijos Parmesão e Grana Padano e 15 milhões na do vinagre balsâmico.

Segundo o presidente da Cofindustria, Giorgio Squinzi, a região produz 1% do Produto Interno Bruto (PIB) e, por isso, correm o risco de perder alguns pontos no PIB devido aos sismos.

Os danos totais devem ascender a cinco mil milhões de euros, dois mil milhões dos quais na indústria.

Há centenas de empresas destruídas, linhas de produção fechadas por vários meses e, segundo os sindicatos, 20 mil pessoas estão em desemprego técnico e em risco de perder o emprego.

O governo agiu anunciando um plano de ajuda para a região.