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Angela Merkel quer uma união política europeia e abre as portas a uma Europa a duas velocidades.
As declarações da chanceler alemã sintetizam-se em duas frases: quem quiser entrar no euro pode fazê-lo, quem não acompanhar o ritmo deve sair.

Já esta tarde, depois do encontro com David Cameron, Merkel afirmou:

“Temos em toda a Europa interesses comuns: queremos orçamentos sólidos e crescimento de forma a obtermos empregos para as pessoas e a aumentar a qualidade de vida”.

Cameron foi a Berlim reforçar a posição de Londres quanto à salvaguarda do sistema financeiro britânico e pedir a utilização do fundo de estabilização para recapitalizar os bancos, sem esquecer a integração política da eurozona:

“Não tenho dúvidas de que os países da moeda única vão querer uma maior integração e é claro que isso vai acontecer nos próximos meses ou anos. Nós não queremos juntar-nos à moeda única, não queremos fazer parte dessa integração, mas sabemos que é necessário para a moeda única um acordo para que possa funcionar convenientemente”.

E apesar da forte pressão sobre os líderes europeus, Merkel não deixou grandes esperanças para a cimeira do final de junho. Deixou a mensagem de que a Alemanha está pronta a utilizar os mecanismos existentes para lutar contra a crise da dívida, mas não esclareceu se é para recapuitalizar os bancos ou os estados….

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