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Após o empate frente à Itália choveram as críticas a Vicente del Bosque por ter apostado numa equipa sem ponta-de-lança. Para o desafio frente à República da Irlanda o selecionador espanhol decidiu incluir Fernando Torres no onze inicial e El Niño demorou apenas quatro minutos a justificar a aposta.

Se o jogo frente a uma equipa irlandesa ultra defensiva, ou não fosse ela orientada por Trapattoni, o golo madrugador do ponta-de-lança do Chelsea facilitou e de que maneira a tarefa aos atuais campeões da Europa e do Mundo.

Com um a zero ao descanso, e face ao que ambas as equipas faziam dentro das quatro linhas, não existiam grandes dúvidas relativamente ao vencedor do encontro. A não ser que a Irlanda mudasse radicalmente no segundo tempo, o que não veio a acontecer.

Também no segundo tempo os espanhóis marcaram logo aos quatro minutos, desta vez por David Silva. Desfeitas as dúvidas, faltava apenas saber por quanto iam vencer “nuestros hermanos”.

Ficaram-se pelos quatro. Fernando Torres voltou a fazer o gosto ao pé a vinte minutos dos noventa e Cesc Fàbregas estabeleceu o resultado final ao cair do pano.

A Espanha está mais próxima dos quartos-de-final, já a Irlanda foi a primeira equipa a perder qualquer hipótese de seguir em frente.

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