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Síria: missão das Nações Unidas em risco

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Síria: missão das Nações Unidas em risco

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A aspiral de violência na Síria está a limitar a ação dos observadores das Nações Unidas.

Esta sexta-feira ficou marcada por novas manifestações e confrontos entre opositores e forças fiéis ao regime.

O chefe da missão, responsável pela avaliação no terreno responsabiliza as duas partes pelo banho de sangue no país e defende que esta é a última oportunidade para chegar à paz.

O general norueguês, Robert Mood, admite que a missão está em risco e que margem de manobra é reduzida:

“A escalada de violência está a limitar as nossas capacidades de observar, verificar, relatar, bem como, de dialogar e de estabilizar os nossos projetos” afirma.

O Observatório Sírio dos Direitos do Homem lamenta que os observadores se limitem a testemunhar a morte de civis.

Do terreno chegam vídeos amadores e o relato de novas ofensivas militares nas cidades de Homs, no centro do país, e em Alepo, no norte.

A onda de violência terá provocado, esta sexta-feira, dezenas de mortos.

Desde o início da contestação, em março de 2011, terão sido mortas mais de 14 mil pessoas.