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As presidenciais deste fim-de-semana, no Egito, estão nas mãos dos militares. O que leva cada vez há mais egípcios a apelarem ao boicote à segunda volta das eleições para não terem de escolher entre um candidato do antigo regime e um islamita.

Da primeira volta, em maio, saiu Mohamed Morsi, o candidato da Irmandade Muçulmana. Mas os defensores do voto nulo ou branco recusam ter de optar entre o que chamam de “fascismo religioso” e o que apelidam de “fascismo militar” – isto é, o outro vencedor da primeira volta, Ahmed Shafiq, visto como o candidato da junta militar. O antigo primeiro-ministro de Hosni Mubarak nega, obviamente, tal apoio.

O mal-estar desta maioria silenciosa que apela ao boicote eleitoral aumentou com as recentes decisões do Tribunal Constitucional, de manter a candidatura de Sahfiq e de dissolver o parlamento, que dizem tratar-se de uma manobra orquestrada pela junta militar para perpetuar o antigo regime.

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