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Futuro da zona euro joga-se na Grécia

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Futuro da zona euro joga-se na Grécia

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Portugal está de olhos postos na Grécia.

As legislativas deste domingo vão ser decisivas para o futuro do país e da zona euro.

O líder da Coligação da Esquerda Radical é, por estes dias, um dos homens mais temidos. Alexis Tsipras promete acabar com a cura de austeridade no país e renegociar o program de ajustamento grego. Uma ideia partilhada por alguns políticos portugueses.

Mas para lá chegar, Tsipras vai precisar da ajuda dos cerca de 700 mil eleitores que ainda não decidiram em quem vão votar.

As últimas sondagens dão uma ligeira vantagem ao partido Nova Democracia, de Antonis Samaras à semelhança do que aconteceu a 6 de maio. Na altura os radicais recolheram cerca de 17 por cento dos votos e ficaram a menos de dois pontos percentuais da Nova Democracia.

Nas últimas eleições, os três partidos mais votados não conseguiram formar governo e não há certezas que há segunda seja de vez.

O presidente do Eurogrupo admite que a saída da Grécia da zona euro teria um efeito devastador. O contágio a outros países é a principal preocupação e Portugal poderia tornar-se o próximo alvo dos mercados financeiros.

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, alertou, entretanto, para a necessidade de retomar o diálogo com o governo que sair das eleições deste domingo.