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"Surface": a aposta da Microsoft contra a Apple

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"Surface": a aposta da Microsoft contra a Apple

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É o contra-ataque da Microsoft. Há muito que estava anunciado um novo lançamento da empresa americana, envolto no secretismo habitual. O presidente executivo, Steve Balmer, levantou o véu para mostrar o Surface, o novo tablet que promete fazer concorrência ao atual líder de mercado, o iPad da Apple.

A especialista em tecnologia, Catherine Clinch, conta que os “aplausos foram, sobretudo, para funcionalidades previsíveis, como o facto de não precisar de um suporte, de ser integrado, com um teclado que se pode recolher numa capa.” Mas, segundo Clinch, a grande vantagem é olhar para o Surface como um possível substituto “do netbook, do portátil e até, no final de contas, do próprio computador.”

Se, em 2011, as vendas de tablets se cifraram em quase 70 milhões de unidades, este ano, os números deverão ultrapassar os 120 milhões, para em 2015 suplantar previsivelmente a fasquia dos 350 milhões de aparelhos.

O preço de venda do Surface não foi divulgado. A aposta da Microsoft no hardware, que, no passado, não correu muito bem, terá duas versões: uma, mais pequena, equipada com o Windows RT; outra, dotada com o Windows 8 Pro, será o modelo mais completo.