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Cimeira UE: Fundos de resgate vão ser flexibilizados

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Cimeira UE: Fundos de resgate vão ser flexibilizados

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O primeiro-ministro de Itália foi a estrela da companhia no primeiro dia da cimeira de Verão da União Europeia. Mario Monti conseguiu as medidas de curto prazo que exigia, com o homólogo espanhol, Mariano Rajoy, para acalmar os mercados financeiros. A ajuda do novo presidente da França foi precisosa para chegar a acordo.

“Todos juntos conseguimos pôr as coisas a mexer. A melhor maneira de fazer os outros mexerem-se, é mexermo-nos nós próprios. Nos três objetivos que estabeleci – crescimento, medidas de curto prazo e visão de futuro – obtivémos progressos”, disse François Hollande.

O apoio da França aos países do Sul e a ameaça de bloquear o pacto de crescimento levaram a Alemanha a ceder na flexibilização dos fundos de resgate, para recapitalização dos bancos e compra direta de dívida soberana. Mas a chanceler alemã não desiste da austeridade.

“Continuamos a defender o padrão de sempre: esforços de apoio compensados por condições e controlo. Penso que alcançámos algo importante , permanecendo fiéis à nossa filosofia: não há ajuda se não houver esforços de quem a recebe”, disse Angela Merkel.

Poderá não haver controlos da troika e reformas tão duras como para Portugal, Irlanda, Grécia; mas Espanha não escapará a condições para receber os milhões da UE.