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The Rolling Stones 50: satisfação dos dinossáuricos jovens

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The Rolling Stones 50: satisfação dos dinossáuricos jovens

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Mick Jagger não dava dois anos de vida ao grupo em 1963, tal era o espírito da época:

“No momento, era uma banda muito específica, não esperávamos fazer uma verdadeira banda de rock e a expetativa era durar quatro ou cinco anos. Na altura, não havia essa coisa de carreira para a vida com uma banda”.

A 12 de julho de 1962 decorreu no palco do Marquee Club, em Londres, o primeiro show da que viria a ser uma das bandas mais emblemáticas na história da música.
Os Stones sempre consideraram 1963 como o verdadeiro início, porque Charlie entrou na banda apenas em janeiro.

Desde o início, tornaram-se um fenómeno e os fãs eram conhecidos por destruirem tudo à passagem. E o que é incrível é que os Rollings Stones não foram convidados para o Festival de Woodstock (Peace and Love), com receio de que semeassem a destruição.

A rivalidade entre os Beatles era fomentada pela sociedade da época: os “betinhos” de um lado, cabelo cortado à tijela, a cantarem afinadinhos, e os provocadores rockers de outro, com calças justas e guitarras estridentes. E Mick Jagger, com aquela intensidade febril inspirada pelos novos sons vindos dos Estados Unidos.

O aniversário é marcado, hoje, pela inaugura4ão de uma exposição fotográfica na Somerset House, e a publicação do livro “The Rolling Stones 50”. Também é estreada uma nova versão do logotipo da banda, reinterpretado pelo artista plástico Shapard Fairey.

Mick Jagger:

“- Não é arte, mas é parte da história. É como um bloco de notas de viagem feito pelo grupo…quer dizer: alguém fez por ~´os….vai dar ao mesmo”.