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Hungria ainda não decidiu se vai julgar Csatary

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Hungria ainda não decidiu se vai julgar Csatary

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Aumenta a pressão sobre o governo húngaro para julgar Laszlo Csatary.

O antigo chefe da polícia, hoje, com 97 anos é acusado de ter enviado milhares de judeus para o campo de concentração de Auschwitz durante a II Guerra Mundial.

64 anos depois de ter sido julgado à revelia e condenado à morte, Csatary foi localizado, este domingo, em Budapeste por jornalistas britânicos. Mas nem todos acreditam que venha a prestar contas à justiça:

“Não me parece que o julgamento venha a ter lugar na Hungria porque está a ser protegido e a prova disso é que tanto a polícia como a justiça sabiam muito bem onde se encontrava, durante este tempo, e não fizeram nada. Por isso, não temos razões para acreditar que o julgamento não se venha a realizar” afirma Serge Klarsfeld, presidente da Associação de Filhos de Deportados Judeus de França.

O Centro Simon Wiesenthal garante ter apresentado novas evidências à Procuradoria de Budapeste sobre o envolvimento do ex chefe da polícia húngaro em crimes nazis. Csatary nega as acusações.