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Mordomo do Papa passa de prisão preventiva a domiciliária

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Mordomo do Papa passa de prisão preventiva a domiciliária

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Paolo Gabriele está agora em prisão domiciliária. O mordomo do Papa passou cerca de dois meses em prisão preventiva. Foi detido em maio, suspeito de ter divulgado documentos confidenciais que denunciam a alegada existência de corrupção no seio da Santa Sé e divergências sobre a gestão do banco do Vaticano. É o caso já conhecido como VatiLeaks.

Em conferência de imprensa, Carlos fusco, o advogado do mais próximo colaborador de Bento XVI, afirmou que o seu cliente não está, contudo, envolvido em nenhum conluio: “Uma coisa que pensamos poder dizer com certeza absoluta é que não há redes, não há complôs internos ou externos ao Vaticano que façam referência a Paolo Gabriele.” No entanto, vários especialistas das questões do Vaticano duvidam que Paolo Gabriele possa ter agido sozinho.

Cabe agora à magistratura decidir se o mordomo será ilibado ou se será aberto um processo. A decisão é aguardada no início de agosto.

Se for julgado, arrisca-se a uma pena até seis anos de prisão.