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Banho de sangue no Iraque

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Banho de sangue no Iraque

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Subiu para 107 o número de mortos provocados por uma série de atentados no Iraque.

O último balanço feito pelas autoridades aponta, ainda, para cerca de três centenas de feridos.

Os ataques – nove no total – já foram considerados os mais sangrentos dos últimos tempos.

A população crítica a falta de segurança:

“Quinze minutos antes da explosão não havia qualquer carro. Depois uma viatura chegou e deu-se a explosão. Pergunto: onde está a polícia? O impacto da explosão reduziu a pó cerca de 50 casas” refere um iraquiano.

A maioria dos atentados perpetrados com recurso a carros armadilhados atingiram Bagdad e em várias cidades situadas a norte da capital.

Os ataques ainda não foram reivindicados, mas as suspeitam recaem sobre a Al-Qaida que recentemente se mostrou determinada a intensificar os combates no país.

O ataque contra a base militar na localidade de Al Doloaia, a 90 quilómetros da capital iraquiana, foi um dos mais mortíferos. Só aqui 15 soldados perderam a vida.

A violência no país tem vindo a aumentar desde a retirada das tropas norte-americanas do país em dezembro do ano passado e a emissão do mandado de captura emitido contra o ex vice-presidente sunita iraquiano, Tareq al Hashemi, julgado à revelia por assassínios.