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Mais 26 pessoas e três empresas da Síria foram incorporadas na lista negra da União Europeia que congela vistos de viagens e acesso a bens no seu teritório.

As novas sanções contra o regime de Al-Assad aprovadas, esta segunda-feira, na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros, em Bruxelas, reforçam também o embargo de armas.

“Continuaremos com o nosso regime de sanções, que inclui agora a possibilidade de fazer um efetivo controlo daquilo que é enviado para a Síria em termos de mercadorias. Espero que esse mecanismo seja muito eficaz. É importante continuar com as sanções e é muito importante continuar com o processo político”, explicou a chefe da diplomacia europeia Catherine Ashton.

Ashton realçava a aprovação do reforço de vigilância para detetar tráfico de armas a partir de águas territoriais, portos e aeroportos europeus.

O governante britânico enumerou outras medidas em curso: “Devemos manter na mesa o plano de Kofi Annan e continuar a apoiar esse trabalho. Mas obviamente que também temos de reforçar outro tipo de ações, tais como agravar as sanções contra o regime, aumentar o apoio à oposição, oferecer ajuda humanitária e intensificar o trabalho junto do conselho de segurança da ONU”, disse William Hague.

No que se refere à ajuda humanitária – além das verbas já fornecidas pelos 27 estados-membros -, a Comissão Europeia anunciou esta segunda-feira uma verba adicional de 20 milhões de euros para organizações internacionais, nomeadamente a Cruz Vermelha e a agência dos refugiados da ONU.

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