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Tal como Portugal, Espanha apostou na construção muito para além do necessário com casas, estradas ou estádios vazios mas que criaram muitas dívidas com a explosão da bolha imobiliária, em 2008.

Três regiões autonómicas espanholas – Valência, Múrcia e Catalunha – admitem precisar de ajuda financeira. No caso da Catalunha a situação é mais grave porque é responsável por um quinto da economia do país e tem de pagar, até ao final do ano, quase seis mil milhões de euros de dívidas.

É mais uma acha para fogueira dos protestos face às medidas de austeridade aprovadas pelo governo de Madrid para receber ajuda da troika para os bancos.

Agora terá de socorrer as regiões via um fundo estatal que pode não chegar para os pedidos. Mas a Catalunha recusa ser intervencionada, como mostra a declaração do porta-voz do governo local: “Considerar este tipo de acesso às linhas de crédito como um resgate é um erro”, disse Francesc Homs.

O parlamento catalão aprovou, mesmo, um pacto orçamental que pede mais poderes ao estado central na futura gestão dos impostos.

Mas a realidade é que vão ser os cofres do Estado espanhol a socorrer as regiões. E face às altas taxas de juro que está a pagar nos mercados para obter empréstimos, Espanha poderá não conseguir financiar-se e ter de pedir à troika um resgate global para a sua economia.

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