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O negócio dos Jogos Olímpicos

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O negócio dos Jogos Olímpicos

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Antes mesmo da abertura dos Jogos Olímpicos, o Reino Unido faz as contas ao eventual retorno sobre investimento. Londres espera que as Olimpíadas gerem o equivalente a 16,5 mil milhões de euros para a economia. Um argumento de peso após os números choque da recessão no segundo trimestre.

Face a milhares de empresários mundiais, reunidos em Londres, o primeiro-ministro David Cameron disse: “A minha mensagem é clara e inequívoca, iremos avançar e terminar o trabalho. Vamos ocupar-nos do défice, manter as taxas de juro britânicas baixas e continuar a tomar as duras decisões que sejam necessárias para que os empresários e investidores mantenham a confiança a longo prazo na economia britânica”.

Mas nem todos veem os benefícios dos Jogos. Há quem se queixe das dificuldades de deslocação e outros da reação exagerada da autoridade que protege os direitos de autor da marca Olímpica.

Usar a palavra ou as cores está dependente de uma autorização. Mas há quem a tenha e se queixe mesmo assim do assédio das autoridades. Uma residente afirma: “Compreendo que a marca Olímpica precise de ser protegida, mas penso que chegou a um ponto extremo”.

A organização dos Jogos responde que está apenas a proteger o investimento dos patrocinadores, que ascende a 900 milhões de euros.