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Londres quebra todas as regras no início dos jogos olímpicos

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Londres quebra todas as regras no início dos jogos olímpicos

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Uma festa sem cerimónias, foi assim que Londres quebrou todas as regras na noite de abertura dos jogos olímpicos.

Ao longo de um espetáculo com centenas de figurantes, o realizador Danny Boyle não hesitou em inovar a cerimónia.

A rainha de Inglaterra lançada em paraquedas com James Bond ou a chama olímpica convertida em flor e acendida por sete jovens desportistas, surpreenderam os mais de 80 mil espetadores no estádio de Stratford.

Ao longo de mais de três horas de espetáculo, o rock e a pop dominaram o evento, dos Artic Monkeys ao clássico Paul McCarthney que fechou a noite com “Hey Jude”.

Durante mais de uma hora, cada uma das 204 delegações nacionais participantes desfilou no estádio, depositando as pétalas em cobre, que no final da cerimónia, formariam a chama olímpica.

Foi a primeira vez na história dos jogos que todas as delegações nacionais desfilaram com atletas femininas, incluindo a delegação saudita.

E, se durante o evento, um grupo de ciclistas alados deslumbrou o público, no exterior do estádio, a polícia detinha 100 ativistas que participavam numa volta à cidade em bicicleta.

O fogo de artifício pôs fim à cerimónia de abertura dos jogos olímpicos mais atípica de sempre, que contou mesmo com uma homenagem ao serviço de saúde britânico, afetado por uma série de cortes anunciados pelo governo.

Talvez uma nova demonstração do humor britânico para pôr fim, em beleza, à série de polémicas sobre a organização que marcaram a contagem decrescente para o evento.