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Jogos Olímpicos declaram guerra aos lugares vazios

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Jogos Olímpicos declaram guerra aos lugares vazios

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A organização dos Jogos Olímpicos pôs 3000 novos bilhetes à venda, para resolver o problema dos lugares vazios.

Muita gente que queria um bilhete não conseguia, o que começou a revoltar o público, já que muitos dos lugares reservados aos VIP, aos patrocinadores e às famílias dos atletas ficaram vazios durante os primeiros dias de provas.

Os políticos felicitam-se com esta decisão de acabar com as clareiras nos recintos: “Nos primeiros dias, houve muitos burocratas que não ocuparam os lugares que lhes estavam reservados. Não estamos a falar de bilhetes propriamente ditos, mas sim de espaço que estava destinado a pessoas acreditadas. O que vai acontecer é que esse espaço vai ser reduzido”, explica Boris Johnson, o Presidente da Câmara de Londres.

Para o primeiro-ministro britânico David Cameron, a organização está a responder bem ao problema: “Há muitos desafios e temos de os resolver um a um. Tudo está a correr bem”.

Já o ministro do Desporto, Hugh Robertson, dá um exemplo de como o público está a aderir: “Na prova de ciclismo de estrada havia mais de um milhão de pessoas nas ruas. O Comité Olímpico está muito contente com isso e estamos a fazer tudo para que os lugares não utilizados possam ser ocupados o mais depressa possível”.

A organização pretende ainda dar aos espetadores lugares melhores sempre que não estiverem ocupados e ofereceu convites a soldados, trabalhadores dos Jogos Olímpicos e 150 alunos e professores das escolas.