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O setor europeu da construção perdeu 9% do investimento e 14% da força de trabalho desde o início da crise imobiliária e financeira em 2008.

Como emprega, direta ou indiretamente, mais de 40 milhões de pessoas e gere 10% da riqueza comunitária, a Comissão Europeia apresentou, esta terça-feira, uma estratégia de relançamento e enviou uma carta aos 27 governos da UE.

O objectivo é negociar quanto será entregue ao setor dos 120 mil milhões de euros do Pacto de Emprego e Crescimento, recentemente aprovado pelo Conselho Europeu.

“Avançar um número preciso é algo muito complicado, mas como o setor representa 10% do PIB, poderá vir a beneficiar, genericamente, de 10% das verbas. É um setor que consideramos prioritário e que é preciso ajudar”, disse o comissário europeu para a Indústria e Empreendedorismo, Antonio Tajani.

Uma das propostas é apostar mais na renovação dos edifícios para obter maior eficiência energética, como é o caso da futura sede da Polícia Federal belga, construída nos anos 60.

Mas para as empresas de construção, a resposta à escassez de crédito deve ser a prioridade da Comissão Europeia: “Em muitos países, empresas viáveis ​​estão a ser levadas à falência, simplesmente por não conseguirem empréstimos por parte dos seus bancos”, argumentou Frank Faraday, representante da Federação Europeia da Indústria de Construção.

A correspondente da euronews em Bruxelas, Isabel Marques da Silva, realça que “para as pequenas e médias empresas do setor da construção, o apoio público é uma “vitamina” que aceitam de bom grado. Mas para o sistema produtivo poder realmente avançar, é preciso crédito para as empresas e indivíduos e a situação atual dos mercados financeiros não lhes dá muita esperança”.

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