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Executivo grego pede à troika mais dois anos para executar medidas de austeridade

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Executivo grego pede à troika mais dois anos para executar medidas de austeridade

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O governo grego pretende o alargamento do prazo de implementação das medidas de austeridade e terá solicitado isso mesmo à comitiva da troika e do FMI de visita a Atenas.

O executivo de Antonis Samaras pede mais dois anos, para além dos dois já definidos, para consolidar o programa de estabilização orçamental.

O ministro das Finanças, Yannis Stournaras, veio declarar que “a questão está em tomar opções que não destruam a possibilidade de renegociar, e, ainda mais, que não destruam a possibilidade da permanência da Grécia na zona euro.”

Também em Atenas, vários bancários manifestaram-se em frente ao Banco do Pireu, privado, que vai assumir os ativos tóxicos do ATEbank, detido quase totalmente pelo Estado grego.

O líder do sindicato dos trabalhadores do ATEbank diz considerar, como cidadão grego, que “este é o maior escândalo a decorrer no país: um banco estatal está a ser vendido ao setor privado, apesar de manter uma situação saudável.”

A medida foi justificada com o falhanço do ATEbank, em 2011, nos testes de stress e com as estimativas que denunciam necessidades de capital na ordem dos 5 mil milhões de euros.