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Birmânia: Impassibilidade do exército perante a violência étnica


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Birmânia: Impassibilidade do exército perante a violência étnica

A Human Rights Watch acusou as tropas birmanesas de disparar contra muçulmanos rohingya, e assistir impassíveis a confrontos entre grupos rivais, durante a recente onda de violência étnica.

A organização publicou um relatório baseado em testemunhas oculares sobre a violência que irrompeu em junho entre budistas rakhine e muçulmanos rohingya.

“O que há de consistente nessas narrativas é que existiu uma falha do governo por não ter atuado. Isso fez com que ambas as partes começassem a armar-se e a defender-se. No fim, a falta de proteção do governo fez com que partidários das duas fações executassem e coordenassem ações uns contra os outros”, disse Phil Robertson da Human Rights Watch.

A mesma organização disse também que as autoridades desencadearam uma campanha de violência contra os muçulmanos rohingya.

Desde junho já morreram dezenas de pessoas e milhares fugiram após as suas casas terem sido incendiadas.

A violência no estado de Rakhine ensombrou o processo de reformas na Birmânia, posto em marcha após a dissolução da junta militar.

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