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Paralisação nos comboios espanhóis marcada por "abusos" nos serviços mínimos

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Paralisação nos comboios espanhóis marcada por "abusos" nos serviços mínimos

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É dia de greve na rede ferroviária espanhola. A emblemática estação de Atocha, em Madrid, foi um dos principais palcos do protesto contra a privatização do setor, numa paralisação de 24 horas convocada por seis sindicatos.

No entanto, os serviços mínimos continuam a assegurar grande parte das deslocações, cerca de 60 por cento nos percursos locais e 75 por cento nos trajetos de longo e médio curso.

Um facto que está a indignar os sindicalistas, como Miguel Angel Escolario, da UGT, que afirma nunca ter assistido a “serviços mínimos nos comboios de mercadorias”, como se está a verificar, o que é, considera, uma manobra de um “governo fascista”.

O governo espanhol pretende abrir o setor ferroviário à concorrência privada, em 2013, de forma a colmatar dívidas que ultrapassam os 20 mil milhões de euros.