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Viúva de atleta israelita "ataca" presidente do COI em cerimónia de homenagem

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Viúva de atleta israelita "ataca" presidente do COI em cerimónia de homenagem

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As viúvas dos atletas israelitas mortos há quarenta anos durante os Jogos Olímpicos de Munique voltam a apontar o dedo acusador a Jacques Rogge.

Numa cerimónia em Londres para homenagear os 11 israelitas mortos em 1972, a viúva do treinador de esgrima Andre Spitzer não mediu palavras para denunciar a rejeição do presidente do Comité Olímpico Internacional (COI) da iniciativa para observar um minuto de silêncio na abertura dos Jogos de Londres.

Ankie Spitzer acusou o comité de “abandonar os 11 membros da família olímpica, discriminando-os simplesmente por serem israelitas e judeus”.

Rogge, que participou na cerimónia organizada pelo comité olímpico israelita, pelo Comité Judaico dos Jogos de Londres e pela embaixada hebraica, tinha antes dito que “mesmo 40 anos mais tarde” continua a ser duro relembrar a tragédia que constituiu o mortífero sequestro organizado pelo grupo palestiniano “Setembro Negro”.