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Egito aperta o cerco sobre tráfico de armas para Gaza

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Egito aperta o cerco sobre tráfico de armas para Gaza

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Os militares egípcios prenderam seis ativistas islamitas armados, no monte Sinai, depois da ofensiva que matou 20 ativistas na quarta-feira.
 
Trata-se de militantes beduínos que participam no envio de armas para a Faixa de Gaza, através de túneis clandestinos.
 
Esta operação dos egípcios foi feita com o acordo de Israel. Os chefes das tribos beduínas prometeram também colaborar com as autoridades egípcias.
 
A colaboração com Israel causou uma onda de críticas ao governo egípcio, que mandou também fechar o posto fronteiriço de Rafah, único ponto de passagem entre o Egito e a Faixa de Gaza.
 
Os chefes beduínos tentam limpar a imagem de traficantes de armas. Dizem que são contra o bloqueio a Gaza feito por Israel, mas ao mesmo tempo não podem aceitar o contrabando feito através dos túneis.
  
Israel mantém o cerco ao território, que desde 2007 é governado pelo movimento radical Hamas.