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Washington e Ancara defendem criação de zonas de exclusão aéreas na Síria

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Washington e Ancara defendem criação de zonas de exclusão aéreas na Síria

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Os Estados Unidos e a Turquia querem impor zonas de exclusão aéreas na Síria.

O anúncio foi feito pela secretária de estado norte-americana, em Istambul, durante um encontro com o homólogo turco.

A ideia é dar condições à oposição para que possa derrubar o presidente sírio, Bashar Al-Assad.

“Os Estados Unidos continuam a fornecer equipamento de comunicação, bem como, outro tipo equipamento não letal e assistência financeira direta. Os serviços de Inteligência e os militares norte-americanos e turcos têm um importante papel a desempenhar. Por isso, vamos estabelecer um grupo de trabalho para responder à crise” afirma Hillary Clinton.

Durante a conferência de imprensa, a secretária de estado norte-americana disse, ainda, que o regime está a ser alimentado por grupos e países visados pelas mais recentes sanções:

“Anunciamos, ontem, em Washington sanções destinadas a expor e a quebrar os laços entre o Irão, o Hezbollah e a Síria que contribuem para a manutenção do regime de Assad.”

O presidente sírio diz que a Arábia Saudita e o Qatar estão a fornecer armas à oposição e defende que não são os únicos.

Esta sexta-feira, o Reino Unido anunciou uma ajuda suplementar de 6,3 milhões de euros para comunicações e material médico destinado à rebelião.

Ancara acusa Damasco de fornecer armas ao PKK e o chefe de governo turco admite mesmo avançar com uma intervenção militar na Síria, caso a ameaça curda se intensifique.