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JO como contributo para o desenvolvimento

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JO como contributo para o desenvolvimento

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Agora que todas as medalhas têm dono, e o caldeirão olímpico se extinguiu, é o momento de fazer o balanço.

Os EUA têm o recorde do número de medalhas de ouro.
Foram seguidos pela China e pelo Reino Unido.

Os prognósticos cumpriram-se e os britânicos, que jogavam em casa, beneficiaram por isso. Uma vantagem que o banco Goldman Sach estima em 54%, depois de um estudo em relação a 150 países.

Por áreas geográficas, observamos que a União Europeia é a região vencedora. Somando as medalhas obtidas pelos 27 Estados membros atingem-se 306 medalhas. 92 de ouro, mais do que qualquer outra região.

A Ásia ganhou 223 medalhas, entre as quais 76 foram de ouro.

Dois países foram mais laureados na região asiática, a China e a Coreia do Sul. Para o governo chinês a vitória é uma prioridade nacional em termos de orgulho e força no mundo. Investiram-se enormes quantidades de dinheiro para conseguir estes resultados, mesmo que o total permaneça desconhecido….

É do conhecimento geral que as medalhas de ouro são das economias mais fortes e que apostam mais no desporto Se repararmos bem, notamos que cinco dos membros do G7 estão no top 10: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Itália. Mas dois dos BRIC, países em desenvolvimento, também estão: a Rússia e a China.

A ligação entre o PIB e a perfeição desportiva parece evidente. As infraestruturas desenvolvidas e uma cultura de tempos livres estimulam a prática desportiva.

Agora, vejamos se os Jogos Olímpicos serviram para dar o impulso económico ao país, que David Cameron tanto anseia.

Segundo as previsões, os Jogos Olímpicos supõem uma contribuição anual de 0,2% para o crescimento económico dos próximos quatro anos.