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Egito condena à morte 14 radicais islâmicos

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Egito condena à morte 14 radicais islâmicos

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A justiça egípcia condenou à morte 14 radicais islâmicos por dois ataques cometidos na península do Sinai em 2011.

Os homens eram acusados de pertencer
ao grupo Tawhid wal Jihad e terem morto sete pessoas, entre elas elementos das forças de segurança e civis.

Seis compareram em tribunal, os restantes foram julgados à revelia. A sentença promete fazer aumentar a tensão na fronteira com Israel, palco de confrontos entre militares e, alegados, insurgentes desde o inicio de agosto.

A morte de 16 guardas fronteiriços egípcios desencadeou uma mega operação na península do Sinai com consequências políticas.

Este fim de semana, o presidente do Egito remodelou as chefias militares e afastou o ministro da Defesa e chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.

Hussein Tantaoui contrário aquela que muitos consideram ser uma remilitarização da Península do Sinai, acabou por ser condecorado, esta terça-feira, com o Colar do Nilo, a mais alta distinção do Estado egípcio.