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África do Sul: Um terço dos mineiros da Lonmin voltam ao trabalho depois do massacre

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África do Sul: Um terço dos mineiros da Lonmin voltam ao trabalho depois do massacre

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Um terço dos funcionários da mina de platina de Marikana, no nordeste da África do Sul, voltaram ao trabalho esta segunda-feira depois dos violentos confrontos da semana passada, que acabaram com a morte de 34 mineiros.

Os responsáveis da empresa tinham ameaçado demitir quem não se apresentasse para o trabalho no início da semana mas o prazo foi estendido até terça-feira após negociações com os sindicatos.
Além disso, Lonmin rejeitou qualquer responsabilidade pelos confrontos.

“A greve da semana passada foi um ato ilegal, os mineiros decidiram não trabalhar, o que rapidamente se transformou num caso de violência pública que fugiu ao nosso controlo e obrigou à intervenção da polícia”, afirmou Simon Scott, diretor financeiro da Lonmin.

Os mineiros consideram o ultimato dado pela empresa um insulto, principalmente depois do massacre.
Além disso, avançaram com processo em tribunal contra as autoridades sul-africanas.

Entretanto, o presidente sul-africano, Jacob Zuma, declarou uma semana de luto nacional pelos mortos nos confrontos na terceira maior exploração de platina do mundo