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Alemanha não cede às pretensões gregas
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Solidariedade sim, mas suavizar a aplicação do plano de resgate da Grécia não.

Esta foi a mensagem transmitida, esta segunda-feira, pelos ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, Guido Westerwelle, ao homólogo grego, Dimitris Avramopoulos, durante um encontro em Berlim.

“Acreditamos que uma suavização substancial das reformas acordadas não é opção para o governo alemão, mas é necessário esperar pelo relatório da ‘troika’ antes de fazer qualquer julgamento. Não são os rumores sobre o que está escrito no relatório que contam, é o próprio relatório”, defendeu Guido Westerwelle em conferência de imprensa.

Já o homólogo grego fez questão de sublinhar que “medidas de austeridade sem estímulos para o crescimento e para a liquidez nos mercados não permitem registar um crescimento económico substancial, mas menos produtividade e mais desemprego.”

O encontro entre os dois chefes da diplomacia marcou o início de uma nova ronda de negociações ao mais alto nível entre os dois países.

Em setembro, uma delegação da ‘troika’ volta a Atenas para aferir da eficácia das novas medidas de austeridade propostas pela Grécia, que terá que cortar despesas na ordem dos 11,5 mil milhões de euros entre 2013 e 2014 para receber uma nova tranche do plano de resgate.

Sexta-feira, a chanceler alemã Angela Merkel recebe em Berlim o homólogo grego, Antonis Samaras.

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