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Lavrov a Obama: democracia na Síria não vai ser imposta à lei da bomba

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Lavrov a Obama: democracia na Síria não vai ser imposta à lei da bomba

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A Rússia rejeita qualquer intervenção militar na Síria que atente contra a lei internacional e a carta das Nações Unidas.

Foi assim que o responsável diplomático russo respondeu às declarações pronunciadas ontem por Barack Obama.

Reunido em Moscovo com o seu homólogo chinês, Serguei Lavrov sublinhou, uma vez mais, a oposição russa e chinesa a uma intervenção armada na Síria, fora do quadro das Nações Unidas.

Ontem, pela primeira vez, o presidente norte-americano admitia a possibilidade de uma ofensiva no terreno caso Damasco recorra ao seu arsenal de armas químicas.

“Até agora não ordenei qualquer mobilização ao nível militar. Mas o ponto que evocou sobre as armas químicas é o mais crítico. É uma questão que não tem a ver apenas com a Síria, mas com todos os nossos aliados na região, incluindo Israel. É uma questão que nos diz respeito”.

Numa crítica velada às declarações de Obama, o ministro dos negócios estrangeiros russo lançou um aviso a todos os que pretendem “impor a democracia na Síria com bombas”.