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Rússia descarta possibilidade da Síria recorrer a armas químicas

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Rússia descarta possibilidade da Síria recorrer a armas químicas

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O exército sírio lançou, esta manhã, um ataque em larga escala, com tanques e aviação, nos arredores de Damasco.

A ação, que provocou pelo menos oito mortos, é a mais violenta desde que o exército retomou o controlo sobre a área, no mês passado.

Segundo fontes da oposição, o ataque ocorre num momento em que os rebeldes regressam, nos últimos dias, à periferia da capital.

Ontem, os bombardeamentos da aviação tinham atingido igualmente as cidades de Idleb e Deraa onde os militares tentam recuperar o controlo da periferia das cidades.

Em Aleppo, o exército desmentiu as informações de que os rebeldes teriam ocupado o centro da cidade ao final de semanas de combates.

O aumento da intensidade dos ataques do exército está provocar um novo fluxo de refugiados. Pelo menos 2500 pessoas cruzaram nas últimas horas a fronteira com a Turquia.

Uma fuga provocada também pelo temor de que Damasco recorra ao seu arsenal de armas químicas, uma possibilidade descartada hoje por fontes próximas da diplomacia russa, citadas pelo jornal Kommersant de Moscovo.

Ontem, o vice-primeiro-ministro sírio evocava a possibilidade de discutir a demissão de Bashar Al-Assad se a oposição aceitar regressar à mesa das negociações.

Uma opção rejeitada hoje pelo Conselho Nacional Sírio, que exige a saída de cena do presidente como condição para retomar as discussões.