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Luto em Marikana não abranda a luta dos mineiros sul africanos


África do Sul

Luto em Marikana não abranda a luta dos mineiros sul africanos

A África do Sul rendeu homenagem aos mortos da mina de Marikana, num momento em que a revolta continua a espalhar-se a outras instalações do país.

Milhares de pessoas participaram numa cerimónia religiosa para recordar os 34 homens abatidos a tiro pela polícia durante um protesto no dia 16 de Agosto, assim como outras 10 vítimas dos confrontos dos dias precedentes.

Uma missa marcada pela presença discreta da polícia e pela ausência do presidente Jacob Zuma, que se deslocara ontem à mina para prometer a abertura de uma investigação a partir desta quinta-feira.

Numa cerimónia mais discreta, organizada pelo sindicato revoltoso e pela juventude dissidente do partido ANC, os familiares deslocaram-se ao local do tiroteio.

Um luto que ameaça não acalmar os protestos por melhores condições salariais nas minas do país.

Na mina de platina de Rasimone, 500 trabalhadores interromperam o trabalho, enquanto o gigante do setor, a Anglo American Platinum afirma ter recebido um pedido de aumentos salariais entregue pelos sindicatos de trabalhadores.

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