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John Glenn: "perdemos um bom amigo e um grande patriota"


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John Glenn: "perdemos um bom amigo e um grande patriota"

A histórica missão Apollo 11 está mais viva que nunca no Museu Nacional do Ar e do Espaço, em Washington.

Uma oportunidade para os mais pequenos apreenderem sobre a maior aventura espacial de sempre. E, um momento, de emoção para os que há 43 anos acompanharam a chegada de Armstrong à lua.

“Ficamos tristes com a notícia. Neil foi, com certeza, um pioneiro e todos o admiravam” refere uma mulher.

“Tinha nove anos e foi um dia memorável.
Estávamos sentados em frente à televisão e acompanhamos todo o processo. Foi um grande acontecimento e continua a ser” afirma uma mulher.

Armstrong foi escolhido para comandar o módulo lunar e o sucesso da missão fez com que se tornasse um símbolo mundial. Mas nem por isso, deixou de ser um homem modesto.

“Acima de tudo, Neil considerava ser o líder de uma grande equipa. Ele não tentou promover-se depois do programa terminar, pelo contrário. Voltou a ser simplesmente o Neil, o que é fantástico. Por isso, perdemos um bom amigo e o país perdeu um grande patriota” afirma o antigo astronauta, John Glenn.

Uma equipa com o rosto de Armstrong que continua a servir de inspiração, capaz de desafiar os limites e de superar barreiras impensáveis.

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