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Egito, Turquia e França apertam cerco ao regime sírio


Síria

Egito, Turquia e França apertam cerco ao regime sírio

O novo presidente egípcio apelou aos países aliados do regime sírio para que apoiem a saída de cena de Bashar al-Assad.

Na véspera de viajar à China e ao Irão com uma nova iniciativa diplomática para pôr fim ao conflito, Mohamed Morsi considera que o tempo das reformas esgotou-se para Damasco.

“Peço também ao mundo livre e aos aliados de Assad para que apoiem o movimento do povo sírio e os seus objetivos de distanciar este regime do poder e do povo sírio”.

Morsi que tenta lançar uma nova ronda negocial entre oposição e regime, mediada por Arábia Saudita, Turquie a Irão afirmou, no entanto, estar contra uma intervenção militar no país.

Horas antes, em Paris, o presidente francês reiterava as declarações de Barack Obama, afirmando que uma intervenção militar seria legítima, caso Damasco recorra ao seu arsenal de armas químicas.

O temor de um ataque com armas não convencionais e os bombardeamentos do exército engrossam desde há semanas as fileiras dos refugiados que procuram abrigo nos países vizinhos, como a Turquia.

O responsável da diplomacia turca apelou ontem à comunidade internacional para que intervenha, “para aliviar o fardo dos refugiados”, que duplicaram nos últimos dois meses.

Ancara tinha já reclamado a criação de uma zona tampão no interior da Síria para albergar as cerca de 80.000 pessoas que se escaparam até agora aos combates. Uma proposta que deverá ser reiterada pela Turquia durante a próxima reunião do Conselho de segurança da ONU, no final da semana.

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